Todos os dias pedimos por bons momentos, abraços, chocolates, amigos e amores.
Passo os dias analisando quanto twitamos (novo verbo) como se existisse um @Deus, com suplicas, reclamações e anseios. Será que é instinto humano desejar tanto, não suportar batalhas e fugir de nossas próprias guerras diárias?
Desviamos nossos pensamentos do que realmente importa, ficamos acorrentados a possuir bens, vinculamos nossas alegrias a conquistas materiais, e não a momentos alegres, de vitórias pessoais, de risadas em famílias, de minutos sozinhos e reflexivos.
Quantas vezes lembro como era bom ser criança, onde a responsabilidade era de chegar antes do começo da aula, onde a tarde minha lição de casa era jogar futebol com amigos, minhas metas eram somente correr do banho no fim do dia!
Atualmente, sentimentos sinceros são opacos, amigos estão na maioria longes, amores são todos passageiros, o modernismo domina o tempo, nós não somos mais os mesmos.
Mas no fim, ansiamos todos por novidades, por inesperadas surpresas, para que minha fé nunca se perca!
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