quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Sem poemas...

Hoje é um dia de conversas e poucos poemas,
dividindo pensamentos com parcimônia, acreditar no que pode ou não fazer.
Queixas são todas relativas, somos seres em constante mutação.
Nossos cuidados devem ser ativos, quanto a utilização de afagos,
cafunés, abraços sentimentais e confusões mentais.
Revogar de interagir é muito absoluto, mas somente atitudes inusitadas,
adoçadas com muita negligencia sentimental não fará de você um bobo.
A facilidade com que conquistamos é a mesma com que praticamos o desapego.
Banalizar palavras e atualizações “Facedianas” é um grande perigo.
Coisas incríveis acontecem ou surgem quando não existem planos somente desejos.
Você parado, pensando, cheio de coisas pra fazer, esperando por um milagre
sem entender que cozinhar também é sabedoria, se importar não é pressionar.
Sempre existira guerra pra dominar o mundo, a lua ou sua própria vida.
A navalha que separa tudo, surge, emerge do fundo do oceano existencial revelando 
mistérios da ciência, do mundo, acreditar que há algo em comum.
O maior sucesso não está em comentários, mas quando se sente que pode dividir.
Não importa se você é uma maquina de dança ou se anda de carona,
o melhor de você não é o seu numero de celular, mas sim, conhecer por si mesmo,
viver seu mundo com prazer não é uma caridade e sim necessidade.
Sorria, invente, compartilhe....

Um comentário:

  1. vc chegou ao ponto em q eu queria ter chego! PRA Q FALAR SE VOCE PODE LER?

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